Guia "Violações de direitos na mídia brasileira - volume III" é lançado online

16/05/2016

Na pubIicação, são apresentados os dados de pesquisa realizada em programas de rádio e TV das cinco regiões brasileiras, acusando níveis preocupantes de violações de direitos e de infrações a leis e a normas autorregulatórias do campo midiático. E a partir dos elementos constitutivos do modelo “policialesco” identificados na amostra, é aberto amplo debate sobre o fazer jornalístico — seus limites e responsabilidades.

Pesquisa detecta número surpreendente de violações de direitos e infrações a leis em programas "policialescos" de rádio e TV

12/05/2016

Em apenas 30 dias, narrativas de rádio e TV promoveram 4.500 violações de direitos, cometeram 15.761 infrações a leis brasileiras e multilaterais e desrespeitaram 1.962 vezes normas autorregulatórias, como o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Esses são alguns dos principais resultados da pesquisa realizada pela ANDI ­­­— Comunicação e Direitos, e que será lançada nacionalmente no próximo dia 16, em meio digital.

Desencontro na educação faz com que pais reclamem e escolas não reflitam

11/05/2016

"Escolas e famílias têm tido grande dificuldade em debater os pontos que as afetam: pais mais reclamam e exigem providências específicas das escolas do que conversam e ouvem, e as escolas mais se justificam do que refletem sobre as questões que os pais trazem. E quem sai perdendo com esse desencontro? As crianças! De nada adianta a escola ter um belíssimo projeto e um excelente planejamento escrito, se não tiver olhar atento às crianças; de nada adianta as famílias se ocuparem com estimulações e a preparação dos filhos para o futuro, se as oportunidades educativas que surgem forem ignoradas. Para finalizar: as crianças percebem claramente como os adultos à sua volta reagem às suas ações e isso influencia bastante sua formação", destaca Rosely Sayão.

Com a Base Nacional Comum Curricular todos os alunos aprenderão a mesma coisa?

10/05/2016

"A ideia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) não é determinar nem que alunos aprendam exatamente a mesma coisa nem que esse aprendizado se dê da mesma maneira. A Base não é currículo. É indutora de currículo. [...] A intenção da BNCC é garantir que, independentemente do local onde vivem, todas as crianças brasileiras tenham os mesmos direitos de aprendizagem garantidos. Mas as escolas continuam tendo autonomia para decidir como vão ensinar e qual o tempo dedicado a cada um dos componentes", esclarece Ricardo Falzetta, do Todos Pela Educação.

As tecnologias podem transformar a educação?

06/05/2016

"Estudos realizados pela OECD demonstram que as tecnologias podem impactar a melhoria da qualidade de educação daqueles estudantes que já têm desenvolvidas as habilidades de leitura, escrita, cálculo ou as competências de análise, síntese, dentre outras. No entanto, para alunos com nível precário dessas habilidades e competências, o uso das tecnologias fica restrito essencialmente a redes sociais e entretenimento. Ou seja, empregar a tecnologia em sala de aula não necessariamente implica em mais aprendizado para todos os alunos. [...] Ignorar a tecnologia não faz sentido em um mundo no qual ela é parte do dia-a-dia de todos, por isso, devemos entender quais recursos tecnológicos podem ser ferramentas efetivas para apoiar e impactar resultados educacionais de forma ampla", afirma Maria Alice Setubal.

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