A Classificação Indicativa precisa continuar

31/05/2016

Uma ação no STF, que pode voltar a ser julgada esta semana, quer derrubar a ‪#‎ClassificaçãoIndicativa‬ sob a justificativa que a norma acarreta em censura e assim fere o artigo 5º da Constituição. Mas será mesmo que os direitos de crianças e adolescentes e o direito à liberdade de expressão são inconciliáveis? Artigo na CartaCapital desmistifica esse suposto conflito. "A proteção de crianças e adolescentes face à exposição a conteúdos que possam prejudicar sua saúde e desenvolvimento psíquicos é de interesse de todos nós – e mecanismos como o artigo 254 do ECA, que visam dar efetividade a essa proteção, são essenciais nesse sentido. Por isso, a Classificação Indicativa precisa continuar."

Guia "Violações de direitos na mídia brasileira - volume III" é lançado online

16/05/2016

Na pubIicação, são apresentados os dados de pesquisa realizada em programas de rádio e TV das cinco regiões brasileiras, acusando níveis preocupantes de violações de direitos e de infrações a leis e a normas autorregulatórias do campo midiático. E a partir dos elementos constitutivos do modelo “policialesco” identificados na amostra, é aberto amplo debate sobre o fazer jornalístico — seus limites e responsabilidades.

Pesquisa detecta número surpreendente de violações de direitos e infrações a leis em programas "policialescos" de rádio e TV

12/05/2016

Em apenas 30 dias, narrativas de rádio e TV promoveram 4.500 violações de direitos, cometeram 15.761 infrações a leis brasileiras e multilaterais e desrespeitaram 1.962 vezes normas autorregulatórias, como o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Esses são alguns dos principais resultados da pesquisa realizada pela ANDI ­­­— Comunicação e Direitos, e que será lançada nacionalmente no próximo dia 16, em meio digital.

Desencontro na educação faz com que pais reclamem e escolas não reflitam

11/05/2016

"Escolas e famílias têm tido grande dificuldade em debater os pontos que as afetam: pais mais reclamam e exigem providências específicas das escolas do que conversam e ouvem, e as escolas mais se justificam do que refletem sobre as questões que os pais trazem. E quem sai perdendo com esse desencontro? As crianças! De nada adianta a escola ter um belíssimo projeto e um excelente planejamento escrito, se não tiver olhar atento às crianças; de nada adianta as famílias se ocuparem com estimulações e a preparação dos filhos para o futuro, se as oportunidades educativas que surgem forem ignoradas. Para finalizar: as crianças percebem claramente como os adultos à sua volta reagem às suas ações e isso influencia bastante sua formação", destaca Rosely Sayão.

Com a Base Nacional Comum Curricular todos os alunos aprenderão a mesma coisa?

10/05/2016

"A ideia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) não é determinar nem que alunos aprendam exatamente a mesma coisa nem que esse aprendizado se dê da mesma maneira. A Base não é currículo. É indutora de currículo. [...] A intenção da BNCC é garantir que, independentemente do local onde vivem, todas as crianças brasileiras tenham os mesmos direitos de aprendizagem garantidos. Mas as escolas continuam tendo autonomia para decidir como vão ensinar e qual o tempo dedicado a cada um dos componentes", esclarece Ricardo Falzetta, do Todos Pela Educação.

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