Os desafios da alfabetização de adultos

20/04/2016

"Se realmente temos a perspectiva de erradicar o analfabetismo, o Brasil precisa aprender uma grande lição: o sucesso de qualquer esforço educacional repousa numa alfabetização eficaz das crianças aos seis anos de idade. Todo atraso nesse processo significa prejuízo e causa danos que, para milhões de brasileiros, tornam-se irrecuperáveis. A única fórmula de sucesso para erradicar de uma vez por todas o analfabetismo adulto é assegurar a alfabetização de todas as crianças no primeiro ano em que chegam à escola", assegura artigo escrito pela equipe do Instituto Alfa e Beto.

Você sabe o que é a Libras e como ela deve ser incluída nas escolas?

19/04/2016

"Os alunos surdos têm direito a assistir aulas ministradas em Libras, facilitando a inclusão em colégios regulares", afirma Ricardo Falzetta, do Todos Pela Educação. "A Libras é uma língua como as demais: tem estrutura gramatical, facilita a comunicação de pessoas de um mesmo grupo e deve ser aprendida e estudada. Vale lembrar que o estudo da Libras não exclui, no entanto, o ensino da Língua Portuguesa escrita. [...] É fundamental que as famílias e as escolas conheçam os direitos das crianças com deficiência para que eles sejam garantidos. Toda criança pode e tem o direito de aprender!"

Como tratar de política com as crianças?

13/04/2016

"Os adolescentes e jovens também precisam de apoio e orientações em momentos políticos e sociais tão conturbados. Para eles, o exercício da cidadania implica autonomia, empoderamento e participação. O desejo de agir junto à sociedade é expresso por muitos jovens na criação de coletivos, escolas de ativismo e movimentos que cobram transparência da ação pública e buscam intervir na política. É importante que todas essas ações encontrem espaços dentro da escola. [...] Um bom começo pode ser a implementação de grêmios dentro das escolas, de projetos de educomunicação ou ainda o incentivo à criação de intervenção nos problemas da comunidade", destaca a educadora Neca Setubal.

Olhar e vigiar: como percebemos a infância?

11/04/2016

"A criança revela seu próprio universo quando, minimamente, nos esforçamos em dirigir a elas o nosso olhar. Podemos fazer isto nos comportando como meros espectadores, sem interferência à realidade imaginada ou, simplesmente, participando de seu repertório de brincadeiras, jogos e conversa. Nas duas possibilidades podemos observar, com sensibilidade, como a criança enfrenta e resolve conflitos, como lida com as perdas, com a dúvida, com o problema, com a indiferença, com o êxito, enfim, como se articula num processo natural de crescimento. [...] O exercício do olhar nos aproxima de nossos filhos e alunos e, à medida que oferecemos escuta, com ouvido e coração abertos, passamos a nos comportar com empatia, sem impor nossas vontades e expectativas", assinala a pedagoga Luciana Franceschini.

A criança selvagem

08/04/2016

"Para muitas crianças, não há mais tempo sem adultos por perto, nós estamos sempre lá: as divertindo, restringindo, entretendo, propondo atividades, brincadeiras, passeios, o que fazer, como fazer, quando fazer. Em suma, controlando. Entretanto, há muitos aspectos das experiências das crianças que estariam melhores se elas fossem deixadas sozinhas. Em privacidade. [...] Precisamos deixar as crianças brincarem sozinhas, com autonomia, para que possam ser selvagens, mestras, espontâneas, competentes e livres. Ao adulto basta estar presente, por inteiro, presenteando-as com a escuta e o olhar sensíveis", aponta Maria Isabel.

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