Especialista alerta: as crianças estão na mira da indústria de tabaco

27/11/2015

"Já reparou? Junto com o cigarro estão expostos brinquedos e guloseimas. Ou seja, nos pontos de venda cigarro e bala têm a mesma destinação, seduzir a criança que é consumidora de balas hoje e de cigarro, quem sabe, amanhã. Assim em um ponto de venda aparentemente inocente vemos a mensagem do hábito de fumar sempre em destaque. [...] Da próxima vez que estiver numa fila de caixa com seu filho ou filha, preste atenção nas sutilezas por trás da disposição dos produtos à sua volta. Lembre-se que não existe ingenuidade na disposição daqueles produtos e repare em como o cigarro está sempre à vista das crianças. Elas são sempre o alvo. O alvo é sempre a parte mais fraca", aponta Vanessa Anacleto, co-fundadora do Movimento Infância Livre de Consumismo.

 

Participação de crianças no enfrentamento à violência sexual

20/11/2015

"Uma vez que são cidadãos dotados de direitos e convivem com os problemas da cidade, também podem opinar e propor soluções sobre eles, de acordo com seu repertório e linguagem específica. Promover a participação não significa simplesmente fazer perguntas às crianças e esperar que elas respondam, mas criar condições para que elas opinem sobre temas que conheçam e tenham realmente alguma coisa a dizer. É, também, fundamental, que os adultos estejam preparados para interpretar as diferentes linguagens das infâncias, que além da fala, utilizam o corpo, as expressões artísticas, a ludicidade e as brincadeiras para demonstrar ideias", assegura Vinícius Gallon, coordenador da Campanha Defenda-se, do Centro Marista de Defesa da Infância.

Currículo Nacional – ruim sem ele, pior com ele

18/11/2015

"Lá fora, os convocados para elaborar e discutir as propostas normalmente são pesquisadores e profissionais das áreas específicas, especialistas em currículo e estudiosos do desenvolvimento e da aprendizagem. Eles assinam o documento, até mesmo registrando divergências. Aqui temos um documento órfão e anônimo, de um consenso e uma uniformidade típicos do pensamento único. O MEC lava as mãos. [...] Se você também não está feliz com essa proposta, manifeste-se. Ouse. Procure a mídia ou as ONGs, a Academia Brasileira de Ciências ou até escreva para o ministro da Educação", assinala João Batista Araujo e Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto.

O que une pedofilia a consumismo infantil

13/11/2015

"Em nossa cultura de consumo, a pedofilia ou estupro não são problemas isolados, de homens doentes. São também fruto do imaginário de uma sociedade que aceita a venda de sutiãs com bojo para meninas de 8 anos e investe milhões em publicidade de maquiagem para meninas de 6 anos, erotizando-as precocemente na tentativa de transformá-las em mulheres objeto, para vender", afirma Lais Fontenelle Pereira, especialista no tema Criança, Consumo e Mídia e consultora do Instituto Alana.

Família, lugar ideal de acolhimento e cuidado

10/11/2015

Claudia Vidigal, presidente do Instituto Fazendo História, em artigo publicado na Rede Nacional Primeira Infância, escreve sobre a importância do ambiente familiar para bebês e crianças. "Quando acolhemos, caímos no paradoxo de protegermos a criança da violência e negligência praticada pela família, ao mesmo tempo em que negamos o seu direito fundamental à convivência familiar e comunitária. O caminho é a manutenção das crianças em seus núcleos familiares, fortalecendo-os para que ajudem seus filhos a se desenvolverem plenamente".

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