Jovens dão aula de cidadania

17/12/2015

"Contrariando o senso comum, os jovens não estão apáticos e alheios ao que passa a sua volta. É preciso escutá-los. As ocupações, assim como as manifestações de junho, são emblemáticas para essa discussão, pois apresentaram diversos elementos que se configuraram em ação direta, como o uso das tecnologias e a ocupação dos espaços públicos. [...] Com isso observamos a participação social da juventude frente aos desafios da contemporaneidade, cuja essência é a afirmação do sujeito que deseja escrever sua própria história", assinala a psicóloga Maria Alice Setubal.

3ª Conferência Nacional de Juventude: por mais liberdades e democracia

16/12/2015

"Essa geração de jovens que já nasceu num país livre da fome e experimentou a ampliação dos seus direitos, que é uma das mais otimistas do mundo com a sua perspectiva de futuro, não vai tolerar retrocessos e projetos que representam os interesses daqueles que há séculos usaram do aparelho do estado para manter seus privilégios. A juventude brasileira diz não ao impeachment, não à corrupção e deseja um processo radical de democratização do Estado brasileiro. Inspirado nas lutas das mulheres pelo direito ao seu corpo, da juventude negra contra o extermínio, nos estudantes paulistas por um outro modelo de educação, a 3ª Conferência Nacional de Juventude mandará o seu recado reivindicando um Brasil com mais igualdade e liberdade!"

Do que as crianças precisam?

14/12/2015

Para pesquisadora do Instituto Alana, a criança precisa se envolver com a vida comunitária e com a natureza para entender que é parte da humanidade. "Além de aprender matemática e português, crianças têm direito a experimentar diferentes linguagens e formas de expressão, conhecer e circular por diferentes territórios, entrar em contato com as belezas – e também com as dores – do mundo. Crianças precisam experimentar a vida, os saberes populares, as culturais locais. Não podemos bani-las do mundo", afirma Carolina Prestes.

Por que a publicidade infantil é antiética

03/12/2015

As crianças não têm condições de interpretar criticamente as mensagens publicitárias e são assim manipuladas por elas. "Vivemos em mundo de aparências. As crianças exigem proteção. Elas não devem se preocupar com as marcas do que vestem, em parecer sensuais precocemente, ou em comer para ganhar os brindes e fazer regime para emagrecer dos excessos cometidos. A elas deve ser garantida a proteção integral, em sua absoluta robustez, e o direito de brincar livremente. Para que, assim, seja-lhes propiciada uma vida boa para e com outrem, em instituições justas, garantindo-se, com isso, a ética na relação dos adultos com os pequenos", afirma Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Criança e Consumo, Instituto Alana.

Especialista alerta: as crianças estão na mira da indústria de tabaco

27/11/2015

"Já reparou? Junto com o cigarro estão expostos brinquedos e guloseimas. Ou seja, nos pontos de venda cigarro e bala têm a mesma destinação, seduzir a criança que é consumidora de balas hoje e de cigarro, quem sabe, amanhã. Assim em um ponto de venda aparentemente inocente vemos a mensagem do hábito de fumar sempre em destaque. [...] Da próxima vez que estiver numa fila de caixa com seu filho ou filha, preste atenção nas sutilezas por trás da disposição dos produtos à sua volta. Lembre-se que não existe ingenuidade na disposição daqueles produtos e repare em como o cigarro está sempre à vista das crianças. Elas são sempre o alvo. O alvo é sempre a parte mais fraca", aponta Vanessa Anacleto, co-fundadora do Movimento Infância Livre de Consumismo.

 

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