Currículo Nacional – ruim sem ele, pior com ele

18/11/2015

"Lá fora, os convocados para elaborar e discutir as propostas normalmente são pesquisadores e profissionais das áreas específicas, especialistas em currículo e estudiosos do desenvolvimento e da aprendizagem. Eles assinam o documento, até mesmo registrando divergências. Aqui temos um documento órfão e anônimo, de um consenso e uma uniformidade típicos do pensamento único. O MEC lava as mãos. [...] Se você também não está feliz com essa proposta, manifeste-se. Ouse. Procure a mídia ou as ONGs, a Academia Brasileira de Ciências ou até escreva para o ministro da Educação", assinala João Batista Araujo e Oliveira, presidente do Instituto Alfa e Beto.

O que une pedofilia a consumismo infantil

13/11/2015

"Em nossa cultura de consumo, a pedofilia ou estupro não são problemas isolados, de homens doentes. São também fruto do imaginário de uma sociedade que aceita a venda de sutiãs com bojo para meninas de 8 anos e investe milhões em publicidade de maquiagem para meninas de 6 anos, erotizando-as precocemente na tentativa de transformá-las em mulheres objeto, para vender", afirma Lais Fontenelle Pereira, especialista no tema Criança, Consumo e Mídia e consultora do Instituto Alana.

Família, lugar ideal de acolhimento e cuidado

10/11/2015

Claudia Vidigal, presidente do Instituto Fazendo História, em artigo publicado na Rede Nacional Primeira Infância, escreve sobre a importância do ambiente familiar para bebês e crianças. "Quando acolhemos, caímos no paradoxo de protegermos a criança da violência e negligência praticada pela família, ao mesmo tempo em que negamos o seu direito fundamental à convivência familiar e comunitária. O caminho é a manutenção das crianças em seus núcleos familiares, fortalecendo-os para que ajudem seus filhos a se desenvolverem plenamente".

Ministro do STF afirma que classificação indicativa não é censura

06/11/2015

Nesta quinta-feira 5, na retomada do julgamento da ADI 2404, o ministro Edson Fachin divergiu de seus colegas do STF e defendeu a manutenção das sanções às emissoras que veicularam conteúdo em horário diferente do recomendado, desrespeitando a classificação indicativa. A ação direta de inconstitucionalidade, movida pelo PTB em 2001 a pedido das emissoras de radiodifusão, busca revogar o artigo 254 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Classificação Indicativa corre risco no STF

05/11/2015

"Vale notar que a Classificação Indicativa vem sendo uma política pública absolutamente bem sucedida, que está vigorando sem maiores dificuldades ou mesmo questionamentos, passando pela autoclassificação que as próprias emissoras fazem de seus programas e com a devida fiscalização do Ministério da Justiça. É, sem dúvidas, um avanço no respeito da garantia da prioridade absoluta de crianças e adolescentes, prevista no artigo 227 da Constituição Federal, que não pode ser deixada de lado para beneficiar interesses comerciais da radiodifusão", assinala Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana, em artigo publicado nesta quarta-feira (4) no site de informação jurídica jota.info.

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