Quatro práticas que devem ser retomadas para uma plena alfabetização

05/02/2016

"Abolidos das escolas brasileiras, instrumentos pedagógicos como a memorização, a caligrafia, a cópia e o ditado são práticas necessárias e reconhecidas para melhorar o desempenho dos alunos e garantir sua plena alfabetização. Cada vez mais a ciência cognitiva mostra a necessidade de retomar essas práticas para aprimorar a aprendizagem dos estudantes. Nos livros mais recentes sobre como garantir melhor aprendizado, muitos deles nas listas de mais vendidos em vários países, práticas como memorização e caligrafia surgem como aliados para uma aprendizagem mais longa e duradoura", assinala artigo publicado no Instituto Alfa e Beto.

Quem paga a conta da educação inclusiva?

03/02/2016

"Eis aqui o grande problema! O custo da inclusão. É legítima a preocupação de como as escolas particulares irão promover a inclusão sem que isso prejudique sua saúde financeira. Falar, no entanto, em elevadíssimos custos a serem absorvidos denota não apenas a fragilidade do argumento, mas a necessidade premente de um diálogo aberto envolvendo escola, família e especialistas, para que se entenda o que é inclusão e como as escolas podem se tornar inclusivas. [...] Mas o fato é que o direito à educação inclusiva é um desafio com o qual todas as escolas, sejam públicas ou privadas, precisarão aprender a lidar", afirma a advogada Stella Reicher.

A publicidade direcionada à Criança no Youtube

01/02/2016

Novo formato de publicidade direcionada para crianças está no YouTube: são vídeos unboxing. "Tal prática merece especial atenção, pois é uma nova forma de fazer publicidade. Nesses vídeos, crianças (ou mãos adultas) desembrulham objetos, brinquedos em especial, com uma narração. A forma de demonstrar o objeto incita nas crianças o desejo de consumir, sem que elas tenham a noção de que se trata de uma peça publicitária, produzida para este fim, ou seja, com o intuito de persuadir a criança a querer aquele produto", assinala Guilherme Perisse, advogado do Projeto Prioridade Absoluta, do Instituto Alana.

O cruel mercado infantil de talentos na TV

28/01/2016

"Habilidades expressas ainda na infância, que estamos chamando aqui também de talentos, não devem ter relação com o mercado que transforma tudo em objeto de compra e venda. Sem cuidado e senso crítico, a televisão, mídia que diverte e educa, pode ser devoradora de audiências e assim devorar, de garfo e faca, aqueles que nela trabalham. No caso das crianças, esse sucesso rápido, gerado apenas pela visibilidade em 65% dos lares brasileiros, já pode ser responsável por expectativas e fantasias de grandeza que são cruéis [...] Crianças têm que brincar e estudar, não trabalhar nem precisar ganhar dinheiro para sustentar as suas famílias. Cabe aos adultos proteger, cuidar e educar com amor, ser mais amigo e menos o empresário de suas crianças", pontua a professora Maria Inês Delorme.

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