O cuidado como um direito humano

03/11/2015

“A legislação de proteção aos direitos da criança e do adolescente, no Brasil, é uma das mais avançadas do mundo. Mas somos uma sociedade que pouco tem evoluído na garantia destes direitos, ou seja, para fazer cumprir o legislado”, afirma Celso Veras Baptista, presidente do NECA - Associação dos Pesquisadores de Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente, em artigo publicado no site Promenino Fundação Telefônica. No texto, ele apresenta a campanha “Cuida Bem de MIM!” que será lançada no III Seminário Internacional “Qualidade dos Serviços de Acolhimento de Crianças e Adolescentes: o cuidado como um direito humano. O evento acontece no campus Vila Olímpia da Universidade Anhembi-Morumbi, em São Paulo, de 9 a 11 de novembro.

Qualquer creche não é uma boa creche

28/10/2015

"É a qualidade do tempo na escola o ponto crucial para a verdadeira transformação do futuro da criança. Pesquisas mais recentes revelam, porém, que a simples matrícula da criança em Creches ou Pré-Escolas é insuficiente para que ela se beneficie educacionalmente no futuro. O que é muito preocupante aqui é que o efeito do Ensino infantil parece limitado justamente para a população mais desfavorável socialmente — a que mais precisaria de um impulso", aponta Eduardo Queiroz, da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV), em artigo publicado nesta segunda-feira (26) no Correio Braziliense.

A barbárie no ar: as TVs brasileiras e o estímulo à violência

21/10/2015

"O fato de se apresentarem como “jornalísticos” faz com que esses programas escapem da classificação indicativa de horários para determinadas faixas etárias do público telespectador. Passam a qualquer hora oferecendo às crianças e jovens um festival de ódio e violência. Na verdade, de jornalismo têm pouco. São programas de variedades, espetacularizando fatos dramáticos da vida real com tentativas até de fazer um tipo grotesco de humor", afirma o sociólogo e jornalista Laurindo Lalo Leal Filho em artigo publicado na Revista do Brasil, edição de outubro de 2015.

ODS: O que a infância brasileira pode esperar para os próximos 15 anos

14/10/2015

“É importante lembrar que não é possível falar em desenvolvimento e futuro de uma nação sem enfatizar para quem é esse futuro, ou seja, voltado às crianças e aos adolescentes”, assinala Heloisa Oliveira, administradora-executiva da Fundação Abrinq, em artigo publicado nesta segunda-feira (12) no site UOL Opinião. No presente texto, a autora relaciona a infância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), anunciados na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, para os próximos 15 anos. Os ODS entram em vigor a partir de 01º de janeiro de 2016, com a proposta de ambiciosos 17 objetivos e 169 metas que devem ser alcançadas até 2030.

Não sabemos ensinar a ler para aprender

25/09/2015

“Não há mais desculpas possíveis para a nossa incompetência em alfabetizar”, afirma Priscila Cruz, fundadora e diretora executiva do movimento Todos Pela Educação, em artigo publicado nesta quinta-feira (24) no site Época Online. De acordo com ela, a alfabetização pela qual todos nós precisamos lutar para que seja universalizada no nosso país é: ler pra aprender. “Esse é o significado de estar plenamente alfabetizado”.

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