Maio 2017

Riscos e benefícios das novas tecnologias para crianças e adolescentes

30/05/2017

O compromisso com o desenvolvimento pleno das crianças e adolescentes é um direito assegurado como prioridade absoluta em nossa Constituição Federal, em seu Artigo 227. Assim sendo, é vital refletir constantemente sobre agravos e vulnerabilidades inerentes a esta faixa etária. Os caminhos seguros são esclarecimento e educação. Confira entrevista com Paulo Telles, médico psiquiatra do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (NEPAD) e pesquisador colaborador do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (NESA) – ambos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Paulo fala sobre ansiedade da informação, dependência pela tecnologia, uso, abuso e ressalta ainda o cuidado em não repudiarmos uma ferramenta essencial nos dias atuais pelo fato de poder ser mal utilizada em algumas situações. Vale refletir!

O Brincar em tempos de infâncias

23/05/2017

"A infância é o momento especial para que as brincadeiras fluam em nosso cotidiano. Livre de responsabilidades, regras e cobranças, o brincar marca a nossa passagem pela vida como algo intenso e prazeroso. [...] Os adultos acabam tornando-se responsáveis em favorecer ou não que as crianças brinquem, sendo assim, é importante que o tempo e o espaço de brincar sejam respeitados por aqueles que um dia já foram crianças. Para favorecer espaços de brincar, é preciso ter clareza de que este é um direito da criança e que se ela não o tiver garantido durante este período, o tempo não poderá repor o que foi perdido. Aos adultos, cabe respeitar e valorizar este momento, proporcionando espaços que possibilitem as brincadeiras, a exploração com diversos materiais e, sempre que possível, com outras crianças", aponta a pedagoga Aline Paes.

O medo da prova revela que precisamos rever nossas avaliações

11/05/2017

"Além de classificar e ser usada como critério de reprovação, a avaliação pode e deve ocupar outro lugar: o do diagnóstico. Seus resultados devem orientar a prática docente, indicar lacunas na aprendizagem, ser matéria prima do planejamento escolar para que o professor possa aperfeiçoar e até rever suas práticas pedagógicas. Para que isto ocorra, a formação continuada dos educadores, realizada na própria escola, é essencial. [...] Não se trata de culpabilizar os mais de 2 milhões de professores que atuam nas escolas brasileiras, mas sim de assegurar as condições necessárias para que a cultura da reprovação possa, de fato, deixar de ser uma realidade. Este é um importante passo para que os testes deixem de ser um fator de angustia para nossos estudantes", afirma a socióloga e educadora Maria Alice Setubal.