20/09/2013

Identidade apagada

Por: 

Equipe ANDI

As crianças que atuam no processamento da castanha estão expostas a danos ocupacionais que podem durar por toda a vida. Entre eles, a perda da identidade. “Meninos e meninas têm as mãos queimadas por ácido e perdem as digitais dos dedos no processo de quebra da castanha de caju. Mesmo após denúncias, o problema persiste no Rio Grande do Norte”, aponta a reportagem do jornalista Daniel Santini, da Repórter Brasil. Em João Câmara (RN), é comum encontrar crianças e adolescentes nessa situação. “Para viver, o sujeito precisa se submeter a condições inaceitáveis e as crianças acabam sacrificadas. Não dá para aceitar isso em pleno século 21”, afirma o médico Salim Amed Ali.

Confira a matéria na íntegra no site da ONG Repórter Brasil: http://bit.ly/1bu6XRw.

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