Um chamado para empoderar os jovens

18/08/2016

“Os jovens têm habilidade e energia, mas ainda carecem de oportunidades de trabalho decente. Em todo o mundo, mais de 70 milhões estão desempregados. Para nós, os jovens podem fazer mais do que preencher vagas de trabalho – eles podem criá-las. E podem ajudar a consolidar a visão da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, nosso plano global para as pessoas, o planeta e a prosperidade. [...] Os jovens precisam ser cidadãos globais, que levantem suas vozes e mudem nosso mundo. Avançar no progresso é somar. Quando nós apoiamos constantemente os jovens do mundo, eles podem criar um futuro mais seguro, justo e sustentável para as gerações que estão por vir”, assegura Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU.

Cuidados compartilhados, salários equivalentes e crianças sendo prioridade absoluta

12/08/2016

A presença paterna também gera benefícios de saúde ao bebê, aumentando o período de aleitamento da mulher, diminuindo a incidência de depressão pós-parto e acelerando o processo de recuperação quando a criança nasce prematura. São encontrados benefícios também para o pai que passa a cuidar melhor da saúde, tem autoestima melhor e trabalham mais. O Marco Legal da Primeira Infância tenta enfrentar essa questão. Prorroga para 20 dias a licença-paternidade para participantes do programa empresa cidadã, valendo também para adoção. Posteriormente o beneficio foi estendido para os servidores públicos federais. "Ainda são muitos os desafios a serem enfrentados. É necessário que a ampliação da licença-paternidade seja estendida a todos os trabalhadores da CLT, como direito e não como benefício. [...] Que essas mudanças sejam apenas o começo de uma mudança de mentalidade, por uma sociedade mais igualitária entre homens e mulheres e que coloque as crianças como prioridade absoluta", afirma Rubens Bias.

A lição das Olimpíadas para nossas escolas

09/08/2016

"A abertura dos jogos foi um rico espetáculo para ser tratado nas salas de aula. [...] O respeito à diversidade, a busca pelo diálogo e por saídas tanto para nossos problemas como para as crises mundiais podem ter inspirações e referências no espírito olímpico. Estes momentos são fundamentais para marcar simbologias e reforçar laços sociais, e por isso devem ser discutidas nas escolas. O esporte é uma atividade poderosa para trabalharmos valores fundamentais nesse momento que vivemos: disciplina, perseverança, projeto de vida, espírito de equipe, saber perder e saber ganhar. E valores olímpicos e paraolímpicos como o respeito, a excelência, a igualdade, a coragem, a inspiração e a determinação deveriam ser abraçados não só por alunos, mas também por educadores e gestores. Uma escola aberta às questões do mundo contemporâneo é uma escola que traz para a sala de aula toda essa discussão com suas contradições e potências", pontua Neca Setubal.

Praticar esporte pode aumentar as notas?

04/08/2016

"Atividades físicas auxiliam na frequência escolar; ajudam a desenvolver as habilidades de percepção, atenção e concentração; melhoram o comportamento em sala de aula, pois ajudam a desenvolver o espírito de equipe e o respeito ao educador; e tem um impacto positivo na redução da ansiedade e da depressão, no humor e no bem-estar. [...] Assim como o ato de brincar, que não é devidamente considerado como estratégia de desenvolvimento de habilidades, o esporte também deveria receber muito mais espaço nos planejamentos e nas escolas. No Brasil, apenas 33,5% das escolas têm quadra de esportes, de acordo com dados do Observatório do PNE", aponta Priscila Cruz, do Todos Pela Educação.

A importância da escolaridade materna na educação dos filhos

02/08/2016

"Diversos estudos mostram como uma maior escolaridade por parte das mães tem um impacto positivo na vida de seus filhos, influenciando em questões como a saúde e desenvolvimento físico e motor das crianças até seu desenvolvimento intelectual e suas habilidades cognitivas. [...] Entender o território, suas características sociais, econômicas e culturais faz muita diferença para que as crianças e jovens possam alcançar bons índices de aprendizagem. Muitas vezes, a escola não conhece as condições de vida de seus alunos e não reconhece os esforços dessas mães. Assim, acaba criando barreiras que afastam os pais das escolas. A busca por uma educação de qualidade para todos passa por vários fatores, e a participação dos pais é um deles. Por isso, a escola deve valorizar o esforço desses pais e mães pela educação de seus filhos", ressalta Neca Setubal.

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