20/01/2014

O direito ao brincar combina com férias e espaços lúdicos

Por: 

Equipe ANDI

A pedagoga Sheila de Souza Pomilho, integrante do Centro Marista de Defesa da Infância, da Rede Marista de Solidariedade e responsável pelo projeto 'Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar', discute em artigo publicado no site do jornal Gazeta do Povo, a questão do direito ao lazer das crianças. "É possível fomentar o exercício do direito ao brincar e encontrar alternativas adequadas para a participação do adulto nas brincadeiras infantis com afeto e cuidado, uma vez que esse processo contribui também com o resgate da dimensão lúdica já vivenciada pelo adulto em sua infância."

Sheila lembra que os adultos são os transmissores da cultura lúdica, "não somente por representarem um grupo etário diferente da infância, mas por conhecer um repertório de brincadeiras que podem ser ensinadas às novas gerações."

Ainda cita o artigo 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU, de 1989: "Toda criança tem o direito ao descanso e ao lazer, a participar de atividades de jogo e recreação apropriados à sua idade e a participar livremente da vida e das artes."

Leia a íntegra do artigo no site do jornal Gazeta do Povo.

 

 

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