Cidadania

Campanha #FalePorMim - pelo fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos.

Campanha #FalePorMim

21/01/2014

Para mobilizar a sociedade, governo e organizações, o Brasil aderiu à campanha #FalePorMim – que tem como foco o fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos na América Latina e Caribe. Para cada ano em que vive em uma instituição, a criança perde quatro meses de desenvolvimento. Confira os vídeos da campanha.

O direito ao brincar combina com férias e espaços lúdicos

20/01/2014

"O brincar representa uma atividade que aproxima diferentes gerações, contextos, produz autoconhecimento e interação a todas as crianças." A afirmação é da pedagoga Sheila de Souza Pomilho, integrante do Grupo Marista e responsável pelo projeto 'Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar'. Em artigo publicado no site do jornal Gazeta do Povo, Sheila afirma que as crianças precisam ter reservado o tempo para brincar, pois faz parte da infância o direito ao lazer, como lembra em citação ao artigo 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU, de 1989: "Toda criança tem o direito ao descanso e ao lazer, a participar de atividades de jogo e recreação apropriados à sua idade e a participar livremente da vida e das artes."

Que falta faz aquelas brincadeiras de rua!

13/12/2013

Em artigo publicado nesta quinta-feira (12), no jornal Diário da Manhã, de Goiânia (GO), o administrador de empresas Juliano Silvestre cita pesquisa do jornal Folha de S. Paulo, que aponta que, neste Natal, as crianças pela primeira vez estão preferindo ganhar um tablet do que bicicleta e patins. “Essa tendência que já é observada há muito tempo por todos nós, que somos pais, reflete as mudanças de valores e costumes da nossa geração. Na década de 70 e 80, na minha infância, jogávamos futebol, queimada, "Beth", pique-pega e tantos outros jogos ao ar livre”, afirma.

Um legado para a infância

06/12/2013

"O momento é de refletir sobre as políticas para a infância e a adolescência no que se refere ao direito ao esporte e ao lazer", afirma Paulo Castro, diretor executivo do Instituto C&A, em artigo publicado nesta quinta-feira (5), no jornal O Globo, acerca da realização da Copa do Mundo 2014. Ele questiona como o País pode ser visto como democracia uma vez que não se pode esquecer de que "já exportamos imagens terríveis no que se refere à violação dos direitos de crianças e adolescentes, como a chacina da Candelária".

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