Direitos Humanos

Educação para o século 21

13/02/2017

"Quando falamos em Educação integral, estamos falando numa escola capaz de desenvolver os quatro pilares da Educação voltada para o século 21: aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a conhecer. [...] O mundo mudou, e muito. É preciso que a Escola compreenda isso. É papel nosso, enquanto Educadores, não só contribuir para que todos os Alunos tenham assegurado o seu direito constitucional à aprendizagem, no sentido mais amplo, como prover aos nossos Professores o direito ao contínuo aperfeiçoamento da sua formação, para que, assim, tenhamos uma Escola integrada aos novos desafios do século 21 — em que não só as competências ligadas ao mundo do trabalho são trabalhadas, mas também aquelas que promovem o pleno desenvolvimento do ser humano", destaca o educador Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna.

O caminho da Educação de qualidade

10/02/2017

"Os dados revelam que um número maior de crianças tem acesso a uma Educação de qualidade, mas isso não é o suficiente: todas têm de ter esse direito garantido e esse é o dever máximo de cada gestor municipal. Para que isso aconteça, no entanto, a pasta de Educação e o prefeito precisam olhar para as dificuldades das Escolas de maneira individualizada, mapear e dar continuidade aos bons projetos educacionais, independentemente da troca de gestores e secretários, bem como possibilitar o intercâmbio de experiências entre as unidades de Ensino", afirmam Ricardo Falzetta e Pricilla Kesley, do Todos Pela Educação.

O papel dos pais na educação dos filhos

08/02/2017

Hoje, diversas pesquisas já mostram que escolas em que há participação ativa dos pais tendem a propiciar melhor desempenho escolar dos alunos e a reduzir os níveis de indisciplina e de violência. "Como pai e educador, diria aos pais que não deixem de participar da vida escolar de seus filhos. É preciso ter a educação como um valor familiar. Demonstrar interesse e acompanhar a vida escolar dos filhos pode contribuir não só para melhorar o desempenho escolar deles, mas também seu desenvolvimento pessoal e social". Quando a criança percebe que seus pais estão em uma aliança com a escola, ela se sente muito mais protegida, conforme afirma com propriedade a professora Heloisa Zymanski, da PUC-SP. "O tempo é único e não volta. Portanto, pais, façam a sua parte, educando, acompanhando a vida escolar e cuidando bem de seus filhos", aconselha Mozart.

Estudantes criadores

03/02/2017

Com o movimento maker salpicando em escolas do mundo inteiro, os alunos abandonam o papel de meros consumidores de informação, que apenas absorvem o que lhes é dito, e tomam as rédeas da própria aprendizagem, atuando na produção do conhecimento. “O que é mais interessante é que quem dita a regra do que deve ser aprendido é o interesse do próprio aluno. [...] A educação maker ou mão na massa é uma maneira de desenvolver, em cada aluno, todo o seu potencial. Ao porem suas mãos na massa, os alunos se fazem perguntas e buscam respondê-las de diferentes maneiras, por meio da experimentação. Ao contrário da abordagem tradicional, na educação maker o erro faz parte do aprendizado, motiva o aluno a transpor seus limites sem se preocupar em falhar e serve de insumo para a adoção de novas estratégias”, pontua a empresária Ana Maria Diniz.

O futuro da educação pública no Brasil

21/12/2016

"Ao longo da nossa história, o Brasil cometeu um erro grave ao não priorizar o direito à educação para todos como principal pilar de um projeto de país. Esta decisão trouxe, e ainda traz, sérias consequências. Ela não apenas limita o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida da população como contribui para a manutenção das desigualdades sociais que historicamente afligem, sobretudo, os mais pobres.  Quando defendemos que todos têm direito a uma educação de qualidade, significa que ninguém pode ficar para trás. Por isso, cada vez mais precisamos de políticas públicas focalizadas, conectadas às realidades e às necessidades de cada território, que enfrentem as diferentes formas de desigualdade. [...] Frente à crise econômica, política e institucional, o país não pode permitir retrocessos. A sucessiva descontinuidade das políticas educacionais tem um impacto perverso. E o mesmo ocorre com propostas que são implementadas sem amplo debate e adesão dos educadores e dos diferentes setores da sociedade. Com a promulgação da PEC 55, que institui o novo regime fiscal e congela por 20 anos os gastos públicos federais nas áreas sociais, precisaremos uma união de esforços e muito diálogo para não deixarmos acontecer possíveis retrocessos e, ao mesmo tempo, avançar na agenda da educação pública", assegura Neca Setubal.

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