Educação

Por que precisamos falar sobre 3,5 milhões de crianças fora das creches?

23/02/2017

"O Brasil tem avançado na atenção às suas crianças. A aprovação do Marco Legal da Primeira Infância, em março de 2016, por exemplo, foi um dos resultados práticos do crescente entendimento de que investir nessa fase da vida, do nascimento aos seis anos, pode realmente mudar o destino das pessoas e do próprio país. [...] Precisamos falar sobre as crianças fora das creches, bem como das demais necessidades que não estão sendo supridas para cada uma delas. Investir nos primeiros anos de vida traz benefícios à sociedade, ajudando o país a investir em seu desenvolvimento humano, político, social e econômico de maneira íntegra e sustentável. Se não estamos dando a devida prioridade para a primeira infância, estamos falhando como sociedade", assinala Eduardo de C. Queiroz, diretor-presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.

A importância de brincar para educação

21/02/2017

A brincadeira possibilita experiências para as crianças que revelam o mundo e as desenvolvem para o futuro. "Enquanto brincam elas exercem determinadas funções sociais, pois, no interior de uma brincadeira ela acaba distinguindo vários tipos de reação grupal estimando as consequências agradáveis ou desagradáveis que eles acarretam. O ato de brincar tem um papel fundamental para o desenvolvimento biopsicossocial da criança. É nesse momento que ela se desenvolve, explora característica de personalidade, fantasias, medos, desejos, criatividade e elabora o mundo exterior a partir de seu campo de visão. A criança precisa experimentar, ousar, tentar, conviver com as mais diversas situações. Brincar com outras crianças, com adultos, com objetos, com o meio. A brincadeira individual também é algo importante, mas brincando com o outro, essa criança desenvolve seu convívio social", ressalta a psicopedagoga Ana Regina Braga.

Educação para o século 21

13/02/2017

"Quando falamos em Educação integral, estamos falando numa escola capaz de desenvolver os quatro pilares da Educação voltada para o século 21: aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a conhecer. [...] O mundo mudou, e muito. É preciso que a Escola compreenda isso. É papel nosso, enquanto Educadores, não só contribuir para que todos os Alunos tenham assegurado o seu direito constitucional à aprendizagem, no sentido mais amplo, como prover aos nossos Professores o direito ao contínuo aperfeiçoamento da sua formação, para que, assim, tenhamos uma Escola integrada aos novos desafios do século 21 — em que não só as competências ligadas ao mundo do trabalho são trabalhadas, mas também aquelas que promovem o pleno desenvolvimento do ser humano", destaca o educador Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna.

O caminho da Educação de qualidade

10/02/2017

"Os dados revelam que um número maior de crianças tem acesso a uma Educação de qualidade, mas isso não é o suficiente: todas têm de ter esse direito garantido e esse é o dever máximo de cada gestor municipal. Para que isso aconteça, no entanto, a pasta de Educação e o prefeito precisam olhar para as dificuldades das Escolas de maneira individualizada, mapear e dar continuidade aos bons projetos educacionais, independentemente da troca de gestores e secretários, bem como possibilitar o intercâmbio de experiências entre as unidades de Ensino", afirmam Ricardo Falzetta e Pricilla Kesley, do Todos Pela Educação.

O papel dos pais na educação dos filhos

08/02/2017

Hoje, diversas pesquisas já mostram que escolas em que há participação ativa dos pais tendem a propiciar melhor desempenho escolar dos alunos e a reduzir os níveis de indisciplina e de violência. "Como pai e educador, diria aos pais que não deixem de participar da vida escolar de seus filhos. É preciso ter a educação como um valor familiar. Demonstrar interesse e acompanhar a vida escolar dos filhos pode contribuir não só para melhorar o desempenho escolar deles, mas também seu desenvolvimento pessoal e social". Quando a criança percebe que seus pais estão em uma aliança com a escola, ela se sente muito mais protegida, conforme afirma com propriedade a professora Heloisa Zymanski, da PUC-SP. "O tempo é único e não volta. Portanto, pais, façam a sua parte, educando, acompanhando a vida escolar e cuidando bem de seus filhos", aconselha Mozart.

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