Políticas Públicas

Precisamos formar alunos para profissões que ainda nem existem

01/09/2017

"Seis em cada dez alunos do ensino fundamental no município de São Paulo acreditam que trabalhos em grupo, debates e o uso de tecnologia pelo professor facilitam a aprendizagem. Os estudantes paulistanos estão certos em querer maior interação com colegas e a aplicação da tecnologia como apoio pedagógico. São ferramentas que aumentam a atratividade do conteúdo escolar, claro, mas que, além disso, serão essenciais para a necessidade de frequente reciclagem ao qual serão expostos no futuro. [...] A escola e os formuladores de políticas educacionais precisam pensar em conteúdos e estratégias pedagógicas que olhem mais para o futuro. Ouvir os alunos é essencial", afirma a jornalista Érica Fraga.

27 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

14/07/2017

"É bem verdade que ainda temos muito que construir em redes e parcerias para assegurar que políticas públicas afirmadas através do ECA sejam implementadas em cada cidade de nosso país e para dizer não à discriminação, não ao abandono, não à invisibilidade de crianças em situações desfavoráveis, traumatizantes e de mais vulnerabilidade, não à exclusão social, não à violência e sempre sim aos melhores interesses à Vida e à Saúde das crianças e adolescentes brasileiros. Porém, por tudo que representou no que tange à proteção das crianças e adolescentes, nesse dia 13 de julho é tempo de celebrar os 27 anos de aniversário do ECA, através de cada ato cidadão nosso do dia-a-dia, cada sorriso, cada cuidado, cada luta pelas nossas crianças e adolescentes, que serão o futuro do nosso país", aponta Leandro Ziotto.

O Brasil do futuro precisa investir agora na educação de seus jovens

03/07/2017

"Nossos jovens, em sua maioria filhos de pais com baixa escolaridade, não só precisam como têm direito à educação de qualidade. É dever do Estado garantir uma escola que desperte o prazer pelo conhecimento, amplie o repertório cultural dos estudantes, reconheça os contextos nos quais estão inseridos, possibilite acessar melhores oportunidades de trabalho e contribua para o exercício da cidadania. Além de garantir o acesso e a aprendizagem de todos e todas, precisamos também avançar na construção de políticas que levem em conta valores caros aos adolescentes e jovens, como reconhecimento, valorização do grupo, autonomia, protagonismo, autoria e o desenvolvimento de atividades que lhes permitam sentirem-se pertencentes à escola. [...] Nossos jovens almejam romper o círculo vicioso da pobreza. E isto não é possível sem acessar o mundo do conhecimento desde a primeira infância. Querem que a escola seja realmente deles. Querem uma vida melhor. Querem aprender a sonhar. E mais: querem realizar sonhos", enfatiza Neca Setubal.

Ensinar e aprender em áreas de violência

22/06/2017

"Infelizmente, em vários países do mundo, crianças estudam em áreas afetadas pela guerra ou por conflitos, que tornam extremamente difícil tanto o ato de ensinar como o de aprender. Nessas circunstâncias, é fundamental garantir o direito de aprender das futuras gerações como um imperativo ético, por meio de um trabalho intersetorial envolvendo educação, segurança, saúde e assistência social. Tanto professores quanto alunos têm que ter alguma segurança e tranquilidade para, dentro de uma situação desafiadora, levar a vida escolar da melhor forma possível. Os mestres das escolas nessas localidades necessitam de apoio especial na formação, com capacitação em mediação de conflitos e em justiça restaurativa", afirma Claudia Costin.

Contas com o passado

11/06/2017

Trabalho infantil teve forte redução no Brasil, mas a única meta aceitável é 0% das crianças de 5 a 14 anos trabalhando, e 100% na escola. "A escola, sem dúvida, é peça fundamental no combate ao trabalho infantil. Um ambiente acolhedor e um ensino de qualidade reduzem significativamente as chances de abandono e de trabalho precoce. Isto não significa que devemos esperar que os professores resolvam, sozinhos, um problema que ultrapassa, e muito, os muros da escola. [...] Se queremos um ensino do nível de qualidade de países ricos, precisamos olhar não apenas para o que acontece dentro de sala de aula, mas também para o atraso que ainda nos cerca, em pleno século 21", pontua Antônio Gois.

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