Políticas Públicas

A Classificação Indicativa precisa continuar

31/05/2016

Uma ação no STF, que pode voltar a ser julgada esta semana, quer derrubar a ‪#‎ClassificaçãoIndicativa‬ sob a justificativa que a norma acarreta em censura e assim fere o artigo 5º da Constituição. Mas será mesmo que os direitos de crianças e adolescentes e o direito à liberdade de expressão são inconciliáveis? Artigo na CartaCapital desmistifica esse suposto conflito. "A proteção de crianças e adolescentes face à exposição a conteúdos que possam prejudicar sua saúde e desenvolvimento psíquicos é de interesse de todos nós – e mecanismos como o artigo 254 do ECA, que visam dar efetividade a essa proteção, são essenciais nesse sentido. Por isso, a Classificação Indicativa precisa continuar."

Desencontro na educação faz com que pais reclamem e escolas não reflitam

11/05/2016

"Escolas e famílias têm tido grande dificuldade em debater os pontos que as afetam: pais mais reclamam e exigem providências específicas das escolas do que conversam e ouvem, e as escolas mais se justificam do que refletem sobre as questões que os pais trazem. E quem sai perdendo com esse desencontro? As crianças! De nada adianta a escola ter um belíssimo projeto e um excelente planejamento escrito, se não tiver olhar atento às crianças; de nada adianta as famílias se ocuparem com estimulações e a preparação dos filhos para o futuro, se as oportunidades educativas que surgem forem ignoradas. Para finalizar: as crianças percebem claramente como os adultos à sua volta reagem às suas ações e isso influencia bastante sua formação", destaca Rosely Sayão.

Com a Base Nacional Comum Curricular todos os alunos aprenderão a mesma coisa?

10/05/2016

"A ideia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) não é determinar nem que alunos aprendam exatamente a mesma coisa nem que esse aprendizado se dê da mesma maneira. A Base não é currículo. É indutora de currículo. [...] A intenção da BNCC é garantir que, independentemente do local onde vivem, todas as crianças brasileiras tenham os mesmos direitos de aprendizagem garantidos. Mas as escolas continuam tendo autonomia para decidir como vão ensinar e qual o tempo dedicado a cada um dos componentes", esclarece Ricardo Falzetta, do Todos Pela Educação.

As tecnologias podem transformar a educação?

06/05/2016

"Estudos realizados pela OECD demonstram que as tecnologias podem impactar a melhoria da qualidade de educação daqueles estudantes que já têm desenvolvidas as habilidades de leitura, escrita, cálculo ou as competências de análise, síntese, dentre outras. No entanto, para alunos com nível precário dessas habilidades e competências, o uso das tecnologias fica restrito essencialmente a redes sociais e entretenimento. Ou seja, empregar a tecnologia em sala de aula não necessariamente implica em mais aprendizado para todos os alunos. [...] Ignorar a tecnologia não faz sentido em um mundo no qual ela é parte do dia-a-dia de todos, por isso, devemos entender quais recursos tecnológicos podem ser ferramentas efetivas para apoiar e impactar resultados educacionais de forma ampla", afirma Maria Alice Setubal.

Os estudantes não podem esperar

04/05/2016

"Se é consenso que as crianças não podem sofrer as consequências da crise, deve ser prioridade de todos, hoje e no futuro, preservar avanços e perseguir melhorias necessárias. Um dos pontos fundamentais para a melhoria da qualidade da educação no Brasil é a construção de uma Base Nacional Comum Curricular -documento que estabelece com clareza o que é essencial a ser ensinado nas escolas. Com isso, deve funcionar como uma espinha dorsal do sistema educacional, dando mais coerência para a formação de professores e a produção de materiais didáticos e avaliações, hoje desconectados", apontam Cleuza Repulho, Maria Alice Setubal e Maria Helena Guimarães de Castro.

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