03/09/2012

Um país a mercê do turismo predatório

Por: 

Equipe ANDI

A primeira matéria da série Um país a mercê do turismo predatório fala sobre a vulnerabilidade das crianças que já convivem num ambiente hostil frente ao poder econômico do turismo, a "visão judicialista" e a falta de controle de entrada em hotéis e pousadas que acaba favorecendo o turismo sexual.

A segunda matéria fala sobre as festas com adolescentes em flats, casas, moteis e apartamentos e como os turistas estão agindo em Fortaleza, Rio de Janeiro e em Natal.

A terceira reportagem da série mostra a realidade dos "michês" e como o turismo sexual gera visibilidade e faz aumentar o número de garotos de programa adolescentes em cidades-sede da copa do mundo de 2014. 
 
A quarta matéria da série Um país a mercê do turismo predatório fala sobre a relação entre a queda do EURO e a baixa no turismo sexual nas cidades da costa brasileira.
 
A quinta matéria da série Um país a mercê do turismo predatório mostra que a rede de cooperação prova ser possível resgatar as vítimas da prostituição. O Trabalho profissional e programas eficientes abrem novas perspectivas para adolescentes submetidos à exploração sexual.
 
A série, pautada originalmente como A infância sem Copa, ganhou no site da Gazeta do Povo uma galeria de fotos, vídeos e infográficos. A matéria mostra o que o governo federal e os governos locais estão fazendo ou deixado de fazer para evitar ou combater a exploração sexual infanto-juvenil em cinco das 12 cidades-sedes da Copa: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza. Vamos percorrer 4,5 mil km de carro, do Rio de Janeiro a Fortaleza, incluindo no roteiro de investigação outras capitais ao longo do caminho, como Vitória, Aracaju, Maceió e João Pessoa.
 
O Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo é uma realização da ANDI – Comunicação e Direitos e Childhood Brasil (Instituto WCF). A iniciativa conta com o apoio do UNICEF – Fundo das Nações Unidas para Infância, da OIT – Organização Internacional do Trabalho, da FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas e da ABRAJI – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

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 Comentários

Acredito na necessidade e importância da prevenção porque, cada vez mais, adolescentes e crianças precocemente iniciam-se na vida adulta. Recentemente, fiquei chocada ao comprar um livro de receitas da Hello Kitty onde recebia de 'brinde' uma peça de louça personalizada da marca (prato, caneca, ...) imaginado encontrar como conteúdo receitas ao público infantil, saudáveis... enfim... As receitas no interior eram de drinks com bebidas alcoólicas, jantar a dois, luz de velas, imagens de mesas de restaurantes ... Imediatamente reportei-me a problemática do turismo sexual... pois, acredito, este tipo de produto publicitário e indutor de consumo passa a preencher o imaginário infantil e despertar neles o interesse para este tipo de produto e, ou situação.